20.6.11

CORRIGINDO 20 VELHOS DITADOS

01- "É dando que se ... engravida".
02-
"Quem ri por último... é retardado".
03-
"Alegria de pobre... é impossível".
04-
"Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05-
"Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06-
"Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07-
"Gato escaldado... morre, porra!"
08-
"Quem espera... fica de saco cheio."
09-
"Quando um não quer... o outro insiste."
10-
"Os últimos serão ... os desclassificados."
11-
"Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12-
"Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13-
"A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14-
"Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinha." rsrsrsrsrsr....
15-
"Depois da tempestade vem a ..... gripe."
16-
"Devagar..... nunca se chega."
17-
"Antes tarde do que ... mais tarde."
18-
"Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19-
"Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20-
"Pau que nasce torto... urina no chão."

16.6.11

Desperdício de dinheiro público: VLT ? Por um pouco mais da metade eles fariam um valão igual ao de Campos e canoa nele .

Regiões

Verba para construção de metrô em Macaé é liberada pelo Governo Federal




A cidade de Macaé foi contemplada com R$ 47.894.400,00 para a implantação do sistema de transporte ferroviário regular de passageiros, o Metrô Macaé, que utilizará a linha férrea existente no trecho. A pimeira composição deve chegar a cidade no início de 2012.


O Ministério das Cidades publicou no Diário Oficial nesta quarta-feira com a relação das propostas selecionadas do Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana, o Pró-Transporte.

16/06/2011 - 9h08

11.6.11

Noroeste_ Política efervecente...


João Peixoto diz que PSDC pode ter candidatura própria, Camaronis Brvus , espécie endêmica de São João da Barra bate no semelhante Rosa. Ministro Luiz Sérgio vem ver o Port do Açú.

fmanh_ para página do jrnal clique ( aqui )


9.6.11

Garotinho ensina como maltratar as esposas e filhos dos Bombeiros amotinados.

Achou que foi pouco o que os Bombeiros sofreram ?
Garotinho achou que foi !
Em vídeo ele ensina o que deveria ter sido feito ...

Beira valão Presente pra Campos é de Grego ?

Tivemos nesta terça na sessão da Câmara Municipal de
Campos dos Goytacazes. E acreditem que eles não fizeram só a aprovação de uma “Moção honrosa,” pro Sr. Sérgio Cabral, honrosa mesmo, pois que ser defenestrado por algúns daqueles, será sempre uma grande honra, os pobres bonecos quase sempre se mostram nanocéfalos , por isso mesmo, nada de critério, na maioria das vezes apenas repetem robótica e obedientemente o texto editado por outrem e decorado, após horas de esforço. Ouvimos entre outras sandices e aberrações, esta dita em plenário pelo nobre vereador Magal. Realmente deixa assustados. Disse ele: “Aquela podridão da Beira valão está solucionada”, “aquilo lá está uma beleza.” Vereador; somente vermes, fungos e bactérias nocivas e cambotás mutantes, sobrevivem naquilo que o nobre vereador chama de beleza. Estamos decorando um canal de dejetos e descarga de resíduos domésticos e comerciais na área central da cidade, e na calha circula a sua beleza, muitas vezes flutuam vossa beleza.



É como embalar pra presente um balde de fezes, meter um laço de fita, fazer uma festa e dar de presente a população campista, Bonito vai ficar o balde , por que a titica é a mesma.
- Magal seu discurso é flutuante, não é nenhuma “belezura”, vai se tornar fétido, inalável, quando a tenda do canal da Beira valão for montada, e mais, vai aparecer um interessado e expert amigo com farto fornecimento de sequestradores de odor. Não sabe o que é isso vereador ? Procure no Google.

Preferíamos sinceramente quando o povo era presenteado apenas com pão e circo.
Merda e circo é intolerável !


23.5.11

O caseiro do Piauí e a camareira da Guiné



Nascido no Piauí, Francenildo Costa era caseiro em Brasília. Em 2006, depois de confirmar que Antonio Palocci frequentava regularmente a mansão que fingia nem conhecer, teve o sigilo bancário estuprado a mando do ministro da Fazenda. Nascida na Guiné, Nafissatou Diallo mudou-se para Nova York em 1998 e é camareira do Sofitel há três anos.

Domingo passado, enquanto arrumava o apartamento em que se hospedava Dominique Strauss-Kahn, foi estuprada pelo diretor do FMI e candidato à presidência da França. Consumado o crime em Brasília, a direção da Caixa Econômica Federal absolveu liminarmente o culpado e acusou a vítima de ter-se beneficiado de um estranho depósito no valor de R$ 30 mil. Francenildo explicou que o dinheiro fora enviado pelo pai. Por duvidar da palavra do caseiro, a Polícia Federal resolveu interrogá-lo até admitir, horas mais tarde, que o que disse desde sempre era verdade. Consumado o crime em Nova York, a direção do hotel chamou a polícia, que ouviu o relato de Nafissatou. Confiantes na palavra da camareira, os agentes da lei descobriram o paradeiro do hóspede suspeito e conseguiram prendê-lo dois minutos antes da decolagem do avião que o levaria para Paris ─ e para a impunidade perpétua. Até depor na CPI dos Bingos, Francenildo, hoje com 28 anos, não sabia quem era o homem que vira várias vezes chegando de carro à “República de Ribeirão Preto”. Informado de que se tratava do ministro da Fazenda, esperou sem medo a hora de confirmar na Justiça o que dissera no Congresso. Nunca foi chamado para detalhar o que testemunhou. Na sessão do Supremo Tribunal Federal que julgou o caso, ele se ofereceu para falar. Os juízes se dispensaram de ouvi-lo. Decidiram que Palocci não mentiu e engavetaram a história. Depois da captura de Strauss, a camareira foi levada à polícia para fazer o reconhecimento formal do agressor. Só então descobriu que o estuprador é uma celebridade internacional. A irmã que a acompanhava assustou-se. Nafissatou, muçulmana de 32 anos, disse que acreditava na Justiça americana. Embora jurasse que tudo não passara de sexo consensual, o acusado foi recolhido a uma cela. Nesta quinta-feira, Francenildo completou cinco anos sem emprego fixo. Palocci completou cinco dias de silêncio: perdeu a voz no domingo, quando o país soube do milagre da multiplicação do patrimônio. Pela terceira vez em oito anos, está de volta ao noticiário político-policial. Enquanto se recupera do trauma, a camareira foi confortada por um comunicado da direção do hotel: “Estamos completamente satisfeitos com seu trabalho e seu comportamento”, diz um trecho. Nesta sexta-feira, depois decinco noites num catre, Strauss pagou a fiança de 1 milhão de dólares para responder ao processo em prisão domiciliar. Até o julgamento, terá de usar uma tornozeleira eletrônica. Livre de complicações judiciais, Palocci elegeu-se deputado, caiu nas graças de Dilma Rousseff e há quatro meses, na chefia da Casa Civil, faz e desfaz como primeiro-ministro. Atropelado pela descoberta de que andou ganhando pilhas de dinheiro como traficante de influência, tenta manter o emprego. Talvez consiga: desde 2003, não existe pecado do lado de baixo do equador. O Brasil dos delinquentes cinco estrelas é um convite à reincidência. Enlaçado pelo braço da Justiça, Strauss renunciou à direção do FMI, sepultou o projeto presidencial e é forte candidato a uma longa temporada na gaiola. Descobriu tardiamente que, nos Estados Unidos, todos são iguais perante a lei. Não há diferenças entre o hóspede do apartamento de 3 mil dólares por dia e a imigrante africana incumbida de arrumá-lo. Altos Companheiros do PT, esse viveiro de gigolôs da miséria, recitam de meia em meia hora que o Grande Satã ianque é o retrato do triunfo dos poderosos sobre os oprimidos. Lugar de pobre que sonha com o paraíso é o Brasil que Lula inventou. Colocados lado a lado, o caseiro do Piauí e a camareira da Guiné gritam o contrário. Se tentasse fazer lá o que faz aqui, Palocci não teria ido além do primeiro item do prontuário. Se escolhesse o País do Carnaval para fazer o que fez nos Estados Unidos, Strauss só se arriscaria a ser convidado para comandar o Banco Central. O azar de Francenildo foi não ter tentado a vida em Nova York. A sorte de Nassifatou foi ter escapado de viver num Brasil que absolve o criminoso reincidente e castiga quem comete o pecado da honestidade.

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